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Como Parar de Fumar: a Hipnose Pode te Ajudar a Vencer esse Desafio

Como Parar de Fumar: a Hipnose Pode te Ajudar a Vencer esse Desafio

Como Parar de Fumar pode ser um verdadeiro desafio. Mas é uma das melhores atitudes que você pode tomar pela sua saúde. Fumar é um hábito perigoso e até mortal.  Se pastilhas de nicotina, adesivos, chicletes, aconselhamento e outros métodos de cessação do tabagismo não te ajudaram a largar o vício, não desista! Esses métodos são mas conhecidos mas não são os únicos e nem os mais eficazes em muitos casos! A hipnose é uma opção para você!

Além de ser uma das principais causas de câncer, o tabagismo também é o responsável pelo aumento do risco de ataques cardíacos, derrames, doenças pulmonares e outros problemas de saúde, incluindo fraturas ósseas e cataratas, veja nesse texto como a hipnoterapia age em fumantes.

Antes de escolher qualquer plano de ação para parar de fumar, temos que entender como a nicotina afeta nosso cérebro, você sabe como?

Dependência química: como a nicotina afeta o cérebro?

Pesquisas revelam que aproximadamente 70% dos fumantes gostariam de parar de fumar. E 50% deles já tentaram largar o cigarro, pelo menos uma vez na vida.

Infelizmente, dos que tentam sozinhos, estima-se que apenas de 3% a 6% conseguem.

Existem alguns fatores que tornam a tarefa de parar de fumar um grande desafio. Entre os principais, estão a dependência fisiológica da nicotina e a dependência psicológica relacionada com o hábito de fumar.

O Dr. José Rosenberg, professor de pneumologia e um dos fundadores da faculdade de medicina da PUC (SP), afirma:

A nicotina chega ao cérebro de 7 a 12 segundos depois da tragada. Lá, existem vários centros nervosos que a reconhecem e promovem uma chuva de hormônios psicoativos que levam a dependência. O principal deles é a dopamina.

O efeito viciante da nicotina é tão grande que estimativas apontam que 60% das pessoas que fumam por mais de seis semanas continuarão fumando pelos próximos 30 anos.

Geralmente, o primeiro cigarro é marcado por efeitos desagradáveis que fazem mal à saúde, como dor de cabeça, tonturas, nervosismo, insônia, tosse e náusea. Porém, diminuem rapidamente conforme a pessoa fuma mais cigarros. Seu organismo desenvolve tolerância à droga, estabelecendo um padrão típico de consumo diário.

Em poucos meses de uso contínuo do cigarro, alguns fumantes já começam a apresentar os primeiros sintomas que caracterizam a síndrome de abstinência.

Síndrome de abstinência: o que acontece quando uma pessoa para de fumar de uma vez?

A síndrome de abstinência surge quando o fumante decide diminuir os cigarros pela metade. Essa fase é delicada, pois os sintomas causados pela falta da nicotina podem persistir por meses.

Ao que parece, quanto maior o consumo de cigarros, maior a gravidade da crise de abstinência.

Os efeitos da crise de abstinência podem ser sentidos, em média, oito horas após o último cigarro.

No terceiro dia sem cigarro, sentimentos como ansiedade e irritabilidade se intensificam. A pessoa se sente sonolenta durante o dia e tem dificuldades para dormir pela noite. O apetite por doces aumenta e o poder de concentração e atenção diminui.

Podemos classificar os sintomas da síndrome de abstinência em psicológicos, biológicos e sociais.

Psicológicos

  • Humor disfórico ou deprimido;
  • Insônia e sonolência diurna;
  • Irritabilidade, frustração ou raiva;
  • Ansiedade;
  • Dificuldade para concentrar-se e para manter a atenção;
  • Inquietação;
  • “Fissura” ou craving.

Biológicos

  • Frequência cardíaca diminuída;
  • Pressão arterial diminuída;
  • Aumento do apetite;
  • Ganho de peso;
  • Incoordenação motora e tremores.

Sociais

  • Relacionamento social instável em consequência do estado ansioso

Esses sintomas podem persistir por meses. Dependendo da gravidade, é difícil para os usuários se manterem abstinentes.

Agora que já falamos sobre como a nicotina afeta o cérebro e quais os sintomas da crise de abstinência, vamos falar sobre a dependência psicológica do cigarro!

Dependência psicológica: questões emocionais e comportamentais

O uso do cigarro para ter controle emocional

Na percepção do tabagista, o cigarro é o principal meio para ter controle sobre suas emoções. Quando está triste ou ansioso, fumar lhe acalma.

O cigarro se torna um recurso para ajudá-lo a lidar com a frustração, sentimentos de solidão e pressões sociais.

E com o passar do tempo, o fumante acaba usando o cigarro em todas as situações que envolvem emoção. Ele fuma quando está nervoso, deprimido ou até mesmo quando está feliz e quer extravasar.

Os gatilhos comportamentais que induzem ao fumo

Além da questão emocional, o cigarro também causa dependência psicológica por questões comportamentais, ligadas ao condicionamento.

O condicionamento é um termo utilizado pela psicologia comportamental para definir a associação entre um estímulo ambiental e um comportamento que aconteceria naturalmente.

Por exemplo, para um fumante é natural fumar. Entretanto, se este fumante sente a necessidade de fumar um cigarro toda vez que toma café, ele está vivenciando um condicionamento comportamental. O ato de tomar um café se tornou um gatilho para fazê-lo fumar.

Existem diversos outros gatilhos que fazem parte da vida do tabagista. Alguns têm o hábito de fumar enquanto dirigem para o trabalho. Outros usam o cigarro para se estimular intelectualmente, matar o tédio ou enquanto bebem uma cerveja.

Eles são fumantes ou estão fumantes?

Quando uma pessoa torna-se viciada em cigarro, costuma assumir uma identidade em relação ao vício.

Ela se vê como um fumante. Para essa pessoa, parar de fumar é muito difícil. O hábito de fumar corresponde ao que ela é e não apenas a algo que ela faz.

Pensamentos automáticos inadequadosa dificuldade em parar de pensar sobre algo que o prejudica

Sabe aqueles pensamentos negativos que surgem contra a sua vontade, quando você está muito ansioso ou com medo de algo? E quanto mais você tenta parar de pensar nisso, mais eles aparecem?

Esses são pensamentos automáticos inadequados. Ou seja, pensamentos que surgem espontaneamente na sua cabeça e que acabam atrapalhando sua vida.

No caso dos fumantes, esse fenômeno é muito frequente.

Quando um tabagista tenta parar de fumar, é comum que surjam pensamentos automáticos do tipo: “É impossível parar”, “Sou viciado”.

A dificuldade para conter esses pensamentos negativos faz com que o fumante se sinta ainda mais ansioso e triste. Para aliviar a tensão emocional, o tabagista continua fumando. E com isso cria mais pensamentos automáticos negativos. Esse loop se mantém constante.

Um bom protocolo de hipnose clínica para tabagismo deve levar em consideração os aspectos emocionais e comportamentais do vício. E criar estratégias para lidar com todas essas questões.

Como parar de fumar com a hipnose clínica?

O protagonismo do cliente na terapia

A primeira coisa que um tabagista que deseja parar de fumar precisa ter em mente quando procura a hipnose clínica para fazer tratamento é que ele é o principal responsável pela sua mudança.

No Brasil e no mundo, a hipnose acabou sendo popularizada como uma estratégia mágica para mudar a vida das pessoas.

Entretanto, apesar da eficácia da hipnose clínica, se a pessoa não quiser de verdade parar de fumar, dificilmente conseguirá um resultado satisfatório com as sessões.

Um hipnoterapeuta treinado jamais atenderá um tabagista que vai ao seu consultório porque alguém lhe exigiu que parar de fumar.

O comprometimento do cliente em encontrar soluções para os seus problemas com ajuda da hipnoterapia é o primeiro grande passo em direção ao resultado desejado.

A identificação e tratamento dos gatilhos emocionais e comportamentais

Na terapia com hipnose, o profissional ajudará o cliente a identificar todos os gatilhos emocionais e comportamentais que o fazem continuar viciado no cigarro.

É claro que, para melhores resultados, é interessante que o tratamento com hipnoterapia seja feito em conjunto com o tratamento médico adequado.

Enquanto os medicamentos tratam as questões fisiológicas do vício, a hipnoterapia atua nas questões psicológicas e emocionais.  

Como já foi dito, mesmo uma pessoa que fuma diversos cigarros durante o dia, pode fumá-los por razões diferentes.

Esses gatilhos que disparam o ato de fumar são analisados isoladamente pelo hipnoterapeuta em uma avaliação minuciosa, denominada pela psicologia de análise funcional.

Quando o cliente descobre os gatilhos por trás de cada cigarro, fica muito mais fácil parar de fumar com ajuda das técnicas de hipnoterapia.

Por exemplo, digamos que a primeira coisa que o cliente fazia quando se sentia inseguro era acender um cigarro. Isso o tornava mais confiante.

Agora, depois do tratamento com hipnose clínica, ele consegue interromper o comportamento automático de fumar quando se sentia inseguro e escolher lidar com a insegurança de uma maneira melhor. Sem a necessidade de fumar!

Por meio da hipnose, a pessoa aprende a recondicionar sua mente em um curto período de tempo. Em até 5 sessões de hipnoterapia, ela é capaz de parar de fumar, assumindo o controle de suas emoções e comportamentos.

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Mesmo que, no começo, possam acontecer crises de abstinência, a intensidade delas tende a ser mais baixa, pois agora o cliente sabe como utilizar sua mente para gerenciar suas emoções!

Fontes:

E você? Depois de conhecer um pouco mais sobre a hipnose clínica se submeteria a uma sessão? Entre em contato!

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